domingo, 31 de agosto de 2014

Desconstruindo #12 - Escrita Criativa [com os autores
Luis Eduardo Matta, Affonso Solano e Leonel Caldela]



Saudações, ouvintes. Mais um Desconstruindo no ar, e iniciando uma nova série, sobre ESCRITA CRIATIVA.

Neste primeiro programa, convidamos os autores que já participaram de edições anteriores, a saber: o Luis Eduardo Matta, que esteve conosco no podcast sobre Woody Allen, o Affonso Solano, que nos acompanhou no bate-papo sobre Call of Cthulhu e o Leonel Caldela, convidado do DS 8, quando falamos sobre os mundos de D&D e AD&D.

Desta vez, eu e o Thiago Cabello conversaremos com essa galera sobre a formação deles como leitores e escritores, saberemos como estruturam a trama e conheceremos o caminho que cada um percorreu até as editoras.

Se você tem dicas de escrita, participe deixando os seus conselhos nos comentários, logo abaixo. Críticas, perguntas e sugestões também são sempre bem-vindas :-)

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PROGRAMAÇÃO DA BIENAL

» Eduardo Spohr. Sábado, dia 30 de agosto, às 20h. Saiba mais.
» Affonso Solano. Quinta, 28, às 18h e sábado, 30, às 15h.
» Luis Eduardo Matta. Siga-o no Twitter e no Facebook.

CONHEÇA MAIS SOBRE OS AUTORES


» Luis Eduardo Matta. Escute o GW número 3.
» Affonso Solano. Escute o RapaduraCast 328.
» Leonel Caldela. Escute o Iradex número 9.

OUTROS LINKS

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34 comentários:

Jones Silvis disse...

muito bom

Sarah Giulian Rosário disse...

Estava ansiosa para esse podcast! *-* Mal posso esperar pra ouvi-lo!

Michel Kirillov disse...

Parabéns pelos escritores convidados neste podcast muito inspirador. Esses escritores que trazem contos e sonhos.
Quem pena que algumas pessoas pensam que a maioria das coisas da vida é sombra e água fresca, melhor dizendo, sombra e software "faz tudo"... Mas, não é bem assim.
Muito inspirador esse podcast, isso me deu força para voltar a escrever, tinha esquecido essa atividade confortante, pois não tinha bagagem de literatura igual vocês e para piorar, odiava ler... olha que bizarro. hahaha. Agora um esforço surge em meio a escuridão do esquecimento, seu brilho se esvaindo, quase se apagando, mas ouvindo as palavras inspiradas dos mestres, o esforço agora brilhava para que um dia brilhe arduamente, tomando conta por completo desta escuridão finita. Obrigado pelo podcast, me ajudou muito. :)

João Marcos Accetturi Carvalho disse...

Muito bacana o podcast. Acompanho o Desconstruindo a partir de quando começaram a falar de temas de RPG, gostei tanto que ouvi os anteriores e agora fico ansioso aguardando o lançamento dos Desconstruindo novos. Acredito que estão no caminho certo. É muito gratificante ouvir sobre assuntos tão legais, e é também perceptível que vocês estão falando do que gostam, o que deixa a conversa leve e fluindo bem.
Apesar de não ser escritor eu adoro ler. Meu processo de criação se restringe a mestrar aventuras de RPG, e ouvindo outros nerdcasts com o Eduardo já tinha me inspirado em maneiras para definir o processo de criação das aventuras e campanhas que mestro, mas muitas manias acabei pegando com a pratica, coisas que descobri que facilitavam minha vida.
É legal ouvir uma conversa sobre esse tema e observar que alguns métodos que escritores usam podem ajudar também na criação para outras mídias, o que torna essa série sobre Escrita Criativa (acho muito legal que esse tema vire uma série com mais episódios) mais abrangente ainda.
Gostaria de parabeniza-los pelo excelente trabalho que tem feito! E Eduardo, estou aguardando muito a terceiro livro do HdA! Fiquei maluco quando você contou um pouco do livro.
Grande abraço!

Ana Carolina Aguiar disse...

Como sempre fantástico! Sem dúvida, um daqueles podcasts para se ouvir diversas vezes e a cada uma delas absorver mais dicas valiosas.

Além disso, também proporciona uma sensação reconfortante ouvir seus ídolos falando sobre seus métodos de criação e se identificar com algumas coisas, uma espécie de indicativo de que estamos no caminho certo.

Fora que ouvir vocês falando sobre o processo de desenvolvimento dos livros e dos projetos futuros nos aproxima ainda mais desses universos e aumentam a expectativa e a certeza de que mais obras incríveis estão por vir.

Só não concordo com o Eduardo quando ele diz que não se acha engraçado. As piadas dele são as melhores e mais memoráveis! Haha

Parabéns pelo trabalho incrível que vocês tem feito. Aguardo ansiosamente o próximo Desconstruindo.

J. disse...

Li "On writing" do Stephen King graças a recomendação do Spohr no nerdcast.

Agora comecei "Danse Macabre", também do King, dessa vez mais focado no terror.

Já leram?

Uma pergunta aos autores: agora que vocês escrevem, vocês lêem MAIS ou MENOS que antes?

J. disse...

Que legal, fui citado na leitura de emails!

Eu não tinha percebido o arquivo "pocket". Estou baixando para ouvir e descobrir o que é o "pocket", afinal..

Maurilio Montanher disse...

Ótimo podcast! É sempre interessante conhecer a rotina/processo criativo de escritores consagrados cujas histórias acompanhamos. Enquanto vocês contavam o modo como trabalham eu me lembrei de um aforismo de que gosto muito contido no livro "Humano, Demasiado Humano" do Nietzsche, e gostaria de compartilhar, ele trata da questão de muitas obras-primas/artistas serem vistos como inatingíveis:

Culto do gênio por vaidade. — Porque pensamos bem de nós, mas no entanto não esperamos de nós que possamos alguma vez fazer o esboço de uma pintura de Rafael ou uma cena tal como a de um drama de Shakespeare, persuadindo-nos de que a faculdade para isso é maravilhosa acima de todas as medidas, um raríssimo acaso, ou, se ainda temos sentimento religioso, uma graça do alto. Assim, nossa vaidade, nosso amor próprio, propiciam o culto do gênio: pois somente quando este é pensado bem longe de nós, como um miraculum, ele não fere (mesmo Goethe, o sem inveja, denominava Shakespeare sua estrela da altura mais longínqua; a propósito do que, se poderia lembrar o verso: "As estrelas, essas não se desejam"). Mas, sem levar em conta essas insinuações de nossa vaidade, a atividade do gênio não aparece de modo algum como algo fundamentalmente diferente da atividade do inventor mecânico, do erudito em astronomia ou história, do mestre de tática. Todas essas atividades se explicam quando se tem em mente homens cujo pensar é ativo em uma direção, que utilizam tudo como material, que sempre consideram sua vida interior e a de outros com empenho, que por toda parte vêem modelos, estímulos, que nunca se cansam de combinar seus meios. O gênio também nada faz a não ser aprender, primeiro, a pôr pedras, em seguida a edificar, procurar sempre pôr material e sempre modelar nele. Toda atividade do homem é complicada até o miraculoso, não somente a do gênio: mas nenhuma é um "milagre". — De onde então a crença de que somente em artistas, oradores e filósofos há gênio? De que somente eles têm "intuição"? (com o que se atribui a eles uma espécie de óculos milagrosos com que vêem diretamente dentro da essência!) Os homens, evidentemente, só falam do gênio ali onde os efeitos do grande intelecto lhes são mais agradáveis, e eles, por sua vez, não querem sentir inveja. Denominar alguém "divino" quer dizer: "aqui não precisamos rivalizar". Depois: tudo que está pronto, perfeito, é admirado, tudo o que vem a ser é subestimado. Ora, ninguém pode ver, na obra do artista, como ela veio a ser; essa é sua vantagem, pois por toda parte onde se pode ver o vir-a-ser há um certo arrefecimento. A arte consumada da exposição repele todo pensamento do vir-a-ser; tiraniza como perfeição presente. Por isso os artistas da exposição são considerados geniais por excelência, mas não os homens de ciência. Em verdade, aquela estima e esta subestimação são apenas uma infantilidade da razão.

(NIETZSCHE, Friedrich. Humano, Demasiado Humano, Capítulo IV - Da alma dos artistas e escritores)

Para mim, enquanto pretenso escritor — que por enquanto publiquei apenas um conto no Livro do Fim do Mundo, divulgado no site Jovem Nerd — tal aforismo reflete aspectos importantes da arte em geral, sobretudo da escrita, e sua percepção pela sociedade como um todo.

Espero que continuem com os podcasts, estão realmente muito bons! Abraços pessoal!

Alexandre Gomes disse...

Programa incrível! Muito bacana saber como os convidados mergulharam nesse mundo da literatura, como escritores. Dois destaques (de vários, não daria pra narrar de novo o programa): a irreverência de Affonso o programa todo, a fala final sobre criar personagens diferentes do autor de Luis Eduardo e, por último, Eduardo Spohr conseguindo escapar da referência quase presente dele sobre o livro A Jornada do Herói (Desculpem a brincadeira, mas não resisti).

Marco Bracaioli disse...

Pra mim o melhor Desconstruindo até agora! O que eu mais ri e mais aprendi. Não fazia ideia do quão complexo e interessante é o processo criativo de uma trama.
Até pouco tempo atrás eu não conhecia esse mundo da fantasia através dos livros, sempre fui um nerd leitor, mas passei anos estudando liderança, gestão de pessoas e empreendedorismo, conhecimento esse que hoje é muito importante para o meu dia a dia no mundo corporativo.
No entanto isso mudou no dia que resolvi comprar os 3 livros do Spohr, confiando nas indicações do Azaghal e do Jovem Nerd e simplesmente me apaixonei por um novo mundo. A Batalha do Apocalipse e a série Filhos do Éden me abriram os olhos. São Livros fantásticos! Estou atualmente no meio do Anjos da Morte.
Desde então resolvi que quero ler tudo o que vocês e os caras do nerdcast já indicaram. Comprei diversos livros do Tolkien que estão na fila da leitura e estou louco pra conhecer Allan Poe, Asimov, Douglas Adams entre tantos outros.
A vocês só tenho a agradecer por dedicarem suas vidas à nós leitores nos levando a lugares, épocas, e situações nunca antes desbravadas e a sentimentos nunca antes sentidos.
Muito obrigado Eduardo Spohr por reacender em mim o espírito da leitura, estou feliz em conhecer sua obra. Muito obrigado também Thiago Cabello por conduzir de forma excelente o Desconstruindo que está cada vez mais fantástico!

Grande Abraço!

J. disse...

Spohr, ouvi o pocket do outro episódio.

Tem certeza quanto à sua teoria do conto se passar no sonhar?

SPOILERS COMEÇAM AQUI

A interpretação que tive foi a de inversão dos papéis. Nesse conto, o detetive é o Moriarty e o narrador é Sebastian Moran, enquanto os assassinos (que lutam pelo bem da humanidade) são Sherlock e Dr. Watson. Uma dica disso é quem assina no final: as iniciais são de Sebastian Moran. E ele é um bom atirador, assim como nas histórias de Arthur Conan Doyle.

Aliás, nesse conto o Dr. deveria se chamar "John H. BAD ASS MOTHERFUCKER Watson", pelo talento com lâminas.

Se a história se passasse no sonhar, quem estaria sonhando seria o Sebastian Moran... só que não tem referência a isso no conto.

Ah, Albion é o nome da Inglaterra naquele universo paralelo.

FIM DOS SPOILER AQUI

Link do conto original no site do Neil Gaiman:

http://www.neilgaiman.com/mediafiles/exclusive/shortstories/emerald.pdf

Thiago, você não curte o estilo do Neil Gaiman por motivos de gosto pessoal ou alguma outra razão?

Gosto da narrativa dele, principalmente em Sandman e American Gods, mas depois de ler outras coisas (Graveyard Book, The Ocean at the End of the Lane, Coisas Frágeis) comecei a perceber uma certa repetição de temas e de personagens que incomoda um pouco. Mas talvez isso aconteça porque tenho lido muito material dele. Aquela sensação de novidades, de surpresas e descobrimento acaba depois de perceber certos artifícios "por trás das cortinas" da escrita dele.

Bobby disse...

Muito bom o podcast pessoal!

Mesmo para quem, assim como eu, não tem intenção de escrever romances, mas escreve para blogs e/ou veículos de imprensa no geral, esse tipo de programa onde autores falam sobre suas experiências são sempre muito válidos e ajudam bastante.

Lucas Felix disse...

Ótimo podcast, pessoal. Entrou na minha lista de conteúdo inspiracional. xD

Uma pergunta meio boba, mas que talvez faça sentido para mais alguém além de mim (ou talvez não), mas existe uma idade limite para se começar a escrever? Pergunto porque infelizmente fui pego pela educação brasileira no ensino médio e isso me fez criar um enorme receio quanto a leitura e escrita. Eu só fui pegar em livros mais tarde, quando fui introduzido a coisas mais interessantes da ficção científica e fantasia e então que resolvi descontar todo o tempo perdido. Nesse meio tempo fui me arriscar na escrita, mas aquele tempo que perdi parece me afetar até hoje. Eu escrevo apenas por hobby e porque acho divertido ficar inventando histórias, mas sempre parece que está faltando algo na minha escrita.

Novamente, ótimo Desconstruindo. Admiro muito o trabalho de todos os autores presentes no podcast e saber a história deles como escritores é muito encorajador. Espero vê-los novamente nos próximos.

Um abraço! o/

Luis Felipe Batista de Oliveira disse...

excelente podcast,serviu-me de inspiração pra colocar mais empenho nas coisas que escrevo e pretendo escrever.Mas, como nem tudo são flores, vou reclamar.Eu não estou conseguindo baixar os primeiros "descontruindo".

Roberto Farias disse...

Muito inspirador esse podcast! Parabéns pelo tema e espero que esse bate papo fomente uma geração de autores. Existe alguma incubadora literária no Rio?

Roberto Thot disse...

Dicas valiosas, vocês estão ajudando muita gente a começar a escrever.

Um podcast realmente inspirador, seja para quem quer escrever ou para quem se interessa por literatura.

Gostaria de uma sugestão de um bom dicionário ou de livros de gramática.

Muito obrigado !

kiyoshi sidney disse...

Ótimo podcast para startar o pessoal que deseja escrever, se bem que eu acredito que quase todos querem isso, afinal os homens são contadores de histórias, gosto de escrever amadoramente porque é meu "escape" de ideias e também me ajuda a relaxar, pois sou muito agitado, por esse fato 1/3 do dia fico escrevendo os mais vaiados temas, uma de minhas inspirações vem das aventuras de RPG que jogo com meus amigos com o meu cenário, que uso como "teste", ou dos sonhos/pesadelos que sempre anoto para criar algo encima deles, por ultimo dos frequentes devaneios que me pegam de surpresa. Obrigado pelo tema e que venham mais vezes desconstruir o tema sobre escrita.

Felipe Arthur de Souza Moreira disse...

Baixei o cast quando saiu, mas só pude ouvi-lo agora, parabéns aos participantes.

Sou estudante de História e tenho usado cada vez mais referências do que aprendo no desenvolvimento de minhas ideias, o que em parte, devo ao que Eduardo Spohr fez na série Filhos do Éden.

Recentemente comecei a escrever meu TCC junto com um projeto de livro que será sobre a participação da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial e até o momento estou gostando muito da ideia, principalmente por poder desenvolver um roteiro que passe por acontecimentos e temas tão marcantes.

Sobre a escrita criativa, acredito que há a necessidade do escritor amador ou profissional estar sempre buscando conhecimentos novos e reinventando o seu estilo. Talvez seja isso que separe os bons dos melhores.

Abraço para todos e no aguardo de novos casts dessa série.

Lucas Sathler disse...

Escuto o Desconstruíndo desde que começou e gosto muito do Podcast, sempre enriquecedor! Vale deixar a nota que eu também comprei a edição completa do Submarino, das obras do Lovecraft em inglês após ouvir o cast.

Gostaria principalmente de agradecer a inspiração proporcionada pelo podcast. Explico: sou bailarino, decidi recentemente não seguir profissionalmente nessa trilha, me dedicando ao curso de computação. A parte divertida é o paralelo que é possível traçar entre o processo criativo desses escritores e o que eu vivo, e aí o motivo de me sentir tão inspirado. Entrar em contato com o processo de escrita deles acrescenta imensamente no meu processo como dançarino, mais do que vocês podem imaginar.

Gostaria de apontar algumas coisas que são tão idênticas que me assustam: quando comecei a faculdade eu trabalhava numa das poucas escolas de dança que assinavam carteira, das 14:00 as 22:30, 44 horas semanais. Os meus colegas de classe sempre perguntavam: " Mas você não trabalha não? Só estuda e dança?" Acho que essa falta de reconhecimento é geral pra quem lida com atividades mais abstratas.

Outro ponto que achei curiosíssimo foi quando levantaram que PRECISAM escrever. Mais uma semelhança gritante; se fico sem dançar, me movimentar, me parece que algo foi retirado, existe uma necessidade incontrolável. Adorei a frase do professor do Caldela: " A vida não basta."

Por último queria dizer ao Eduardo o quanto foi genial a colocação dele diferenciando autor de escritor. Eu sempre considerei o autor como criador. Ele pode autorar músicas, danças, livros, o que quer que seja. Seja um improviso ou uma coreografia, eu sempre sinto que ali eu estou criando algo. Como vocês contam histórias com as palavras eu só consigo contar histórias com a música e o corpo (vale constar que tentei desenhar na adolescência, pratiquei muito e era TERRÍVEL).

Poderia discorrer infinitamente sobre as semelhanças, mas meu objetivo aqui é parabenizar o bom trabalho e atentar aos ouvintes que esse podcast, da maneira como foi pautado e abordado, é um tesouro incalculável. O que foi compartilhado por esses autores fantásticos com certeza tem o poder de inspirar e motivar, individualmente, cada um. Falo por experiência própria porque saí com ânimo renovado para dançar e para programar ao escutar o programa.

Obrigado mais uma vez, e continuem o bom trabalho.

Jhonatan Willian disse...

Excelente Podcast!

Dicas muito boas pra quem deseja iniciar uma carreira como escritor.

Kaue Schultz disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Kaue Schultz disse...

Como esperado do Desconstruindo. Podcast inteligente que dispensa monóculos.
Como dito pelo Sor Eduardo Spohr na Bienal passada, são todos escritores incríveis, e a participação do Sr Matta foi inestimável :D

Já que mencionei a Bienal, queria agradecer a atenção do nosso host para com os fãs. Dudu em momento algum se coloca em um pedestal, é sempre (surrealmente)acessível. Como postei, Eduardo AKA Sr Gente Fina.

Continuem com o excelente trabalho.

Unknown disse...

Aguardando o próximo !

Djonathan disse...

Oi Eduardo e Thiago.

Há pouco tempo terminei de ouvir o Desconstruindo New York e Paris. Acho muito legal o jeito como vocês conseguem fazer o assunto fluir tão naturalmente. Um dia também irei fazer viagens como essas. Enquanto isso vou esperar mais episódios sobre, com todas essas dicas e histórias sensacionais.

Também gostei muito do episódio de Causos Sobrenaturais, sou um tanto quanto cético mas me interesso muitíssimo sobre o assunto. Também acho que seria interessante, se possível, fazer outro episódio sobre o tema e talvez chamar o Affonso Solano, penso que ele deve conhecer histórias legais para contar já que ele estuda bastante sobre UFOs e Mistérios em geral.

Enfim, ficam aqui minhas sugestões e agradecimento pelo trabalho que vocês veem fazendo. Muito obrigado e continuem assim ;)

Vincent Angelo di Hunter disse...

Mais uma vez, parabéns pelo excelente cast. Tenho certeza que o que foi mencionado, pode ajudar muitos com a escrita(além de me ajudar também). Tenho uma pergunta ao MR Spohr... Já mencionara uma vez que, enquanto escrevia, tendo o "Arcanjo Gabriel" presente na cena, lembra-se do nobre cavaleiro, o mais próximo de deus, Shaka de Virgem. Teria mais algum dos personagens, lhe lembrado um outro, desses tão honrados cavaleiros?
Um forte abraço de um grande fã do desconstruindo:
Gabriel Bernardes.

João Ferreira disse...

Olá, desconstrutores e Convidados!

Acompanho vocês desde o primeiro episódio e gosto muito do formato do programa, que apesar de contar com bom humor, não se apoia somente nas piadas. Os temas têm sido bastante interessantes. Agradeço pelas dicas apresentadas neste último programa. E é por isso que pela primeira vez gostaria de deixar um feedback.

Sempre fui um bom "contador de histórias" como vocês citaram, mas nunca me arrisquei a escrever por acreditar que não tinha talento para tal. Entretanto, após um bate-papo com o Eduardo Spohr na última Bienal do RJ, me senti motivado a "por para fora" as minhas ideias. Ao ouvir o podcast "Ghost Writer" (indicado por vcs), essa motivação cresceu cada vez mais a partir dos relatos de pessoas que começaram de maneira bastante modesta e tiveram sucesso (entenda "sucesso" não por "fama", mas sim por ter sido bem sucedido em sua empreitada). Comecei a escrever há alguns meses e estou no terceiro capítulo de minha obra. Não sei quanto tempo levarei para terminá-la, pois sou professor e trabalho bastante, não obtendo o tempo necessário para me dedicar de maneira satisfatória ao livro. Acredito que levarei alguns anos para concluí-lo. E se algum dia conseguir publicá-lo, deixarei minha dedicatória a vocês que tanto nos inspiram com seus relatos. Um grande abraço a todos!

P.S. - A música de fundo tinha sons binaurais? Por acaso ouvi com fone de ouvido dessa vez e penso ter ouvido sons tridimensionais.

Diego Bittencourt disse...

Esperando ansiosamente pelo próximo.

Matheus Morais disse...

Porra, muito bom Eduardo e a galera que acompanha. Devo confessar que um lado me inspirou e tal e por outro me desanimou em algumas partes, sou eu um aspirante a escritor que "confirmou" isso ouvindo a parte sobre a necessidade e aquele sentimento enlouquecedor se não digitar, escrever, rabiscar e afins. Há uns empecilhos que são realmente desgraçados de tirar mas dá pra se trabalhar nisso, enfim...

vollotao disse...

Nossa, ouvindo o Matta, lembrei que li 'Morte no colégio', ainda no primário. Estudei em colégio público e sempre fui incentivada, pelos professores, a ler: 1 livro + 1 prova por semestre. Mas, ó, isso faz tempo...

OD disse...

Quando sai o proximo?

Gabriel Gonçalves disse...

Gostei muito desse desconstruindo, e por coincidência, após escutar ele, fui trabalhar e passei na livraria pretendendo comprar um livro sobre a 2ª Guerra, quando me deparo com Filhos do Éden - Herdeiros de Atlântida... Não resisti e paguei R$0,10 a mais pelo livro, mas não me arrependo!
Além disso, gostaria de sugerir o tema história, mas não coisas que aprendemos na escola como revolução francesa etc, coisas diferentes como:
Qual foi o VERDADEIRO maior inimigo de Roma?
Por que os romanos nunca conseguiram conquistar a Germania nem o norte da Brretanha?
E o meu favorito, o que aconteceu com o império de Alexandre, O Grande, depois de sua morte?

Cristalwolf disse...

Muito bom este podcast. Sinto falta deste tipo de material na internet. É muito bacana ouvir as experiências de vida, a dinâmica de escrita, o cotidiano criativo destes grandes nomes da literatura moderna brasileira. Me inspira muito o trabalho de vocês. Este podcast renovou meus ânimos para prosseguir com meu sonho de ser escritora, tudo dando certo, espero lançar meu primeiro livro até o ano que vem. E este será o primeiro de uma série que venho desenvolvendo há 13 anos. Novamente muito obrigada pelas valiosas informações, e peço que continuem fazendo podcasts sobre este tema!

fabioque disse...

Muito legal esse podcast!
Sou amigo do Thiago (Cabello) e acompanhava muito o Papo Na Estante.

Ainda está valendo passar dicas? Rs

Vou repassar uma dica que recebi do Lourenço (Mutarelli) e que é muito boa pra qualquer arte.

Entenda seus limites e faça deles seu estilo!

Quando começamos é normal admirarmos autores de sucesso, e algumas vezes ficamos presos a esses estigmas e como deve ser nossa escrita. Nesse processo podemos perder o mais importante que é nossa própria voz, que é única.

Dou o seguinte exemplo: G.R.R.Martin escreve sobre um universo gigantesco, Franz Kafka escreve sobre um universo bem particular, quase microscópico. Ambos são muito bons, mas cada um utilizou sua maneira de criar.

Outro exemplo que costumo dar é o do cineasta M. Night Shyamalan que fez sucesso com filmes intimistas, de universos simples e particulares, mas parece ter perdido força quando resolveu tentar fazer blockbusters, parece que o limite dele, e assim a qualidade de seu trabalho está em contar histórias microscópicas e não de grandes eventos.

Espero ter ajudado.

Abs

joamir spinola disse...

Muito bom, adorei esse podcast, principalmente os escritores escolhidos, escutei tem pouco tempo e ja li o novo livro do Leonel com parceira com jovem nerd e indico para quem quiser ler muito bom mesmo. Parabéns pelo ótimo trabalho desse blog, sucesso.