quarta-feira, 12 de março de 2014

Desconstruindo #8 - Mundos de campanha do D&D e AD&D


Aventureiros e aventureiras,

No ar a 8ª edição do Desconstruindo. Hoje o nosso papo será sobre os clássicos mundos de campanha do D&D e do AD&D.

Se você é craque em RPG, fique com a gente e conheça a nossa percepção sobre esses cenários. Se não conhece nada de Dungeons & Dragons escute também e saiba mais sobre como nasceram esses mundos e o próprio roleplaying game.

Para contar suas experiências e desventuras, eu e o Thiago Cabello trouxemos o autor Leonel Caldela e o grande cineasta nerd Carlos Voltor, além do amigo para todas as horas, Andrés Ramos.

Participem nos comentários, dizendo quais cenários são os seus preferidos, e por quê.

» Baixe aqui o programa (clique com o botão direito e aperte "Salvar Link Como")

ÍNDICE DE CAPÍTULOS

» Leitura de comentários / Feedbacks - 1m40s
» Chainmail / Blackmoor - 15m55
» Greyhawk - 18m38s
» Mystara - 23m35s
» Dragonlance - 29m18s
» City of Lankhmar - 41m08s
» Forgotten Realms - 43m10s
» Birthright - 57m52s
» Tormenta - 1h06m09s
» Ravenloft - 1h11m08s
» Dark Sun - 1h17m45s
» Al-Qadim - 1h22m30s
» Spelljammer - 1h26m36s
» Planescape - 1h30m51s
» Masque of Red Death - 1h32m21s
» Council of Wyrms - 1h40m20s

LINKS INDICADOS NOS FEEDBACKS

» Matéria do Estadão sobre a absolvição de Woody Allen
» Bolo de aniversário da Ana Carolina Aguiar (parabéns!)

OUTROS LINKS

» Assine o Desconstruindo no iTunes
» Escute os programas anteriores

41 comentários:

Aislan Skywalker disse...

Excelente tema, joguei em Mystara por muito tempo, muito mais pelos livros que a Abril lançou aqui por qualquer outra coisa. Apenas a título de curiosidade, o romance Dragonlords of Mystara, tem dedicatória ao Ayrton Senna:

"THE DRAGONLORD CHRONICLES - BOOK ONE
Dragonlord of Mystara
Thorarinn Gunnarsson

To the memory of Ayrton Senna da Silva 1960-1994

To the heroes who prove, by the events of their lives
and sometimes their deaths,
that some dreams are worthy of any price
and bring adventure back to a world
without knights in armor.
DRAGONLORD OF MYSTARA
©I994 TSR, Inc. All Rights Reserved."

Achei maneiro.

Kairo Abade disse...


ÓTIMO tema! Mais ai, faltou Reinos de Ferro!


Mais uma vez, parabéns! Já no aguardo do próximo!!!

Adriano Alves Macedo de Lima disse...

Meu nome é Adriano Alves Macedo de Lima sou de Mariná PR. Poxa esse mago de Under montain se nao me engano se chama Halaster Blackcloak e em termos de poder e genialidade ele chagava a rivalizar com elminster,. Mas é muito vasta a gama de aventuras que se da pra criar. Gostaria de um dia poder ouvir uma mesa de RPG ambientada por vocês um dia e quem sabem poder participa de uma partida ^^.

Daniel Figueroa disse...

Oi Dudu, beleza?

Primeiramente gostaria de parabenizar a todos pelo excelente cast.

Em segundo lugar, gostaria de recomendar um cenário de D&D para você: Eberron. É um cenário de high fantasy criado na época da terceira edição. O principal diferencial do cenário é a religião e como se dá a relação entre deuses e devotos.

Só uma canelada: No podcast você diz que as magias com os nomes dos magos clássicos só existem até a terceira edição. Não é verdade, na quarta edição elas estão lá e até mesmo no playtest da 5ª edição, que tem lançamento previsto para agosto deste ano, elas estão presentes.

Duncan Salazar disse...

Gostei muito do tema, é sempre um prazer apresentar cenários de RPG para novos jogadores. Sei que muitos que ouvem o cast realmente não tiveram acesso aos "clássicos", chamemos assim. Claro que, puxando sardinha e tudo o mais, achei que poderia ter dito mais sobre os cenários de D&D, especialmente de Forgotten Realms, mas acho que isso poderia ser um cast futuro, quem sabe comigo junto, né Dudu? De mais a mais, estão todos de parabéns, sempre me divirto com o Carlos nos casts, só falta conhecê-lo pessoalmente. Abraço a todos e continuem o bom trabalho. Ah, lembrei: esse cast de vocês já foi enviado por mim para amigos brasileiros da "Península Viking", então se receberem elogios vindos da Noruega e Finlândia, não estranhem.

Julio Assano Junior disse...

Fantástico esse podcast. Bate um saudosismo enorme ouvir sobre esses maravilhosos universos!

Para mim o Top 3 dos Cenários são: Forgotten Realms, Ravenloft e Dark Sun.

É uma pena que pelo tempo do cast não deu para vocês se aprofundarem ainda mais nos cenários.

Uma observação muito oportuna sobre o Ravenloft é que no Domínios do Medo vemos esse Semiplano como uma outra "colcha de retalhos" (expressão que definiu bem o sentido da coisa) só que nesse caso os retalhos são dos planos. Me recordo nesse cenário, para o AD&D, o Vecna, por exemplo, estava aprisionado (governando) em um domínio, sendo que o domínio ao lado era governado por Kaz, que tinha sido o seu principal general em GreyHawk. E tinham outros "Lordes" lendários, como o Lord Soth, de DragonLance! Depois eles se "libertaram" se não me engano (na atualização para o 3rd ED).

Caras, palavras seriam poucas para definir a emoção ao ouvir esse cast. Parabéns, indicarei e continuarei acompanhando de perto as próximas edições.

Um forte abraço

E-mail para contato (caso eu tenha a honra de ser convidado para o feedback em áudio do cast): julio.assanojunior@gmail.com

Wagner Araújo disse...

Galera,excelente podcast, vcs são ótimos.
Abs,
Wagner Araújo

Tiago de oliveira disse...

Adorei o podcast, não entendo nada de RPG, mas sempre quis jogar, infelizmente aqui na minha cidade não tem ninguém que faça algo para iniciantes. Breve jogarei, não sei como. Só aguçou ainda mais minha vontade de ingressar nesse mundo .

Adriano Alves Macedo de Lima disse...

Pessoal, tenho uma pergunta pra vocês, eu tenho um amigo que retem um preconceito muito grande com o sistema AD&D. Ele Hoje só joga no sistema de Vampiro a Mascara, Lobisomem e Mago. E eu não vejo tanto problema com a jogabilidade de D&D e tudo mais seria legal se houvesse um podcast explicando um pouco melhor a mecânica dos sistemas, para as pessoas que não sabem ou não intende como funciona certinho até mesmo pra quebrar certos preconceitos gerais

ishansheid@hotmail.com

Aconteceu no Marketing disse...

Opa tudo bem?

Otimo podcast, meus parabens!
Cheio de conteudo
RPG para mim remete a minha infancia onde jogava com meus amigo. Costumava jogar Vampire ou qualquer outra historia criada de nossas cabeças na hora. Era muito divertido...

mas enfim.

Sem puxar saco, mas para mim o melhor podcast até agora foi obviamente foi da Grande Saga do Ilustre Eduardo Sphor que para mim foi o melhor livro que li nos ultimos tempos. Li somente o Batalha do apocalipse mas ja comprei os dois volumes do Filhos do Eden. Não aguentei e levei spoiler na cara pq é maravilhoso esse universo.

e-mail de contato: gfjordao@hotmail.com

leandro disse...

Ótimo podcast, meus parabéns! Só Demorou um pouco.
Atualmente estou lendo drangonlance vou começa o terceiro livro, nao conhecia nada sobre esse universo D&D e estou gostando muito. Parabens.

FeroZ disse...

Olá descontrutores.

Meu nome é Everardo Feres. Sou um ouvinte antigo do nerdcast e acompanho o filosofia nerd desde o começo, já tendo ouvido todos.

Excelente tema esse dos mundos de campanha. Apesar de achar as histórias, mundos, personagens, seres e lendas do RPG muito interessantes, nunca joguei uma partida de RPG de mesa, live etc. Apesar disso, RPG é disparado meu gênero favorito nos games (apesar do Spohr já ter dito que RPG é exatamente tudo que os games não são).

Entretanto, por já ter jogado inúmeros jogos, identifiquei várias situações, passagens e personagens citadas por vocês, e venho aqui compartilhar esses exemplos.

Existe um game bem obscuro, chamado Temple of Elemental Evil, que é passado no universo de Greyhawk. A lore do game nos conta que a muitos anos atrás, o mundo foi ameaçado pelas forças de Zuggtmoy, a Lady of Fungii. Suas tropas estavam vencendo a guerra contra o exército dos homens, liderados pelo príncipe Thrommel. Entretanto, no durante a batalha decisiva, milagrosamente retornaram 8 antigos heróis das lendas e aniquilaram as forças de Zuggtmoy, que acabou derrotada pro Thrommel e selada no Temple of Elemental Evil pelos 8 heróis lendários. E qual era o nome do grupo de heróis?! CIRCLE OF EIGHT! Fiquei extremamente surpreso ao saber que esse grupo era formado por jogadores reais, que por sua importância na criação do universo, foram transpostos para o mundo de Greyhawk. Ótima curiosidade por parte de vocês. Segue aí o link pra introdução do jogo, que mostra o Circle of Eight derrotando as forças de Zuggtmoy: https://www.youtube.com/watch?v=bdLH3tbZCcI

Mas, sobre universo de RPG nos games, NADA é mais completo do que Neverwinter Nights sobre Forgotten Realms. Começando pela criação dos personagens, absurdamente completa quanto a escolha de classes, skills, feats e aparências, alinhamento e até voz. A história do game é uma verdadeira aula sobre Faerun, e seus heróis, monstros, mitos e lendas. Como todo RPG clássico, você começa como um simples recruta na academia de Neverwinter; e depois de várias aventuras épicas, acaba salvando o mundo da invasão dos Old Ones, seres reptilianos liderados por Morag, a rainha do mal. Você passa por várias localidades, enfrenta de goblins a gigantes, trolls a elementais, e até um Dragão Vermelho Ancião. Simplesmente sensacional. Na campanha original, você podia chegar até o lvl 20.

Houveram ainda 2 expansões. A primeira, Shadows of the Undrentide não é muito digna de nota. Mas a segunda, Hordes of the Underdark, se trata exatamente daquilo que vocês comentaram no cast. O protagonista começa em uma taberna em Waterdeep, onde há um fosso para os labirintos de Undermountain, construídos pelo mago ancião Halaster. Abaixo ainda do labirinto, estão os domínios Drows. Não é preciso dizer que, além de encontrar com Halaster, você acaba no meio de uma guerra entre 2 facções de Drows; e no fim, acaba tendo que enfrentar, no mano a mano, o lorde de um dos 8 círculos do inferno; Mephistopheles em pessoa. Mais épico impossível. Por falar nisso nas expansões você tinha acesso a níveis épicos, podendo chegar até o lvl 40 e escolher novas classes épicas, como Weaponsmaster, Red Dragon Disciple e Pale Máster. Enfim, uma obra prima a serviço do RPG.

Seguem aí screens tiradas do famoso fosso na taberna de Waterdeep, citado pelo Spohr; e do encontro com o mago Halaster, na Undermountain:
Fosso: http://imageshack.com/a/img27/6180/tphl.jpg
Halaster: http://imageshack.com/a/img856/2873/whqf.jpg

Bem galera, vou ficando por aqui, o comentário já está gigantopilesco. Mais uma vez parabéns pelo excelente podcast. Continuem assim.

Um grande abraço.

PS: Meu email pra contato caso me achem digno de participar da próxima leitura é evrferes@gmail.com (minha net é de 10mb, serve né? Hehe)

ChingLing disse...

Rola depois fazer um cast especifico dos cenários que mais renderam assunto. Poderia ter um outro sobre montagem de personagens, abordando os sistemas que vocês já trabalharam, d&d, gurps, mage, etc.
Ótimo cast, espero mais do mesmo nível no futuro.
Abraço.

Degas.

Salguod disse...

Douglas Nascimento
doug.jnascimento@hotmail.com


Gostei do podcast. Confesso que o cenário que jogo é Tormenta, já jogo há 12 anos. (Nunca parei e joguei outro)
Mas sempre leio uma coisa ou outra de outros cenários.

Falando sobre os vários cenários, não só os de fantasia medieval, algo que tenho feito ultimamente é buscar em outros cenários fora da Fantasia medieval inspiração. Como em Supers (Hqs, cenários de rpg que focam nessa parte) e até ficção cientifica. Acho que algo que enriquece muito o jogo.

Mas depois desse podcast, vou ter que ler sobre forgotten, darksun, planescape, Dragonlance e etc. Não sabia que eram tantos cenários.

Peregrino disse...

Matheus Hernandes
28 anos
Professor de História
Porto Alegre/RS
profmatheus.hist@gmail.com

Parabéns mais uma vez ao Eduardo e ao Thiago pelo cast.

Só gostaria de acrescentar duas pequenas coisas.
Primeira, entre os cenários que não foram falados o meu grupo jogava muito em Allansia (cenário da maior parte dos livros jogos das Aventuras Fantásticos). O mais legal era o sistema de magia, lançar magias consumia pontos de vida e se o mago errasse o teste ocorria um paradoxo que afetava o usuário – podia ser uma maldição galhofa como ficar com uma coceira, até o mago explodir na execução da magia.
O segundo é sobre Tormenta, como Leonel falou no cast Tormenta tem muito de colcha de retalhos, o que permite vários pequenos retcons no cenário, mas eu acho que o destaque é a própria Tormenta, porque apesar dos retalhos o cenário tem uma marca própria e talvez até mais assustadora que os Lordes de Ravenloft..

Buenas era isso, obrigado pelos casts e continuem assim.
Deixo o link do blog do meu grupo onde produzimos materiais para RPG.

http://grupokalabouco.wordpress.com

Abraços

Daniel "Orochi" Cristiano Soares da Silva disse...

Na época que comecei a jogar D&D nos anos 90, os Mestres sempre faziam aventuras genéricas não entendia a diferença de cenários, há 10 anos atrás comecei a ir atrás desses cenários antigos. O grande problema hoje em dia é que pessoal fica muito em cima das regras e não desenvolve as histórias,tentei Mestrar para um grupo novo mas eles só queriam dar porrada acho que hoje tenho uma maturidade maior para jogar cenários como Dragonlance. A melhor aventura que joguei até hoje foi uma que tiramos idéia do Tempo dos Gêmeos, todos os personagens eram de uma era futura de Dragonlance e viajaram no tempo, e perderam todos seus níveis e voltaram ser nível 1, então em termos de regras como sabem na 4a Era não tem algumas classes das versões mais recentes de D&D, então fizemos que as ações dos personagens no passado causaram a origem dessas classes no futuro, como o Bardo que trouxe a magia da música que estava perdida. Meu personagem chamado Lance era uma cavaleiro arrogante no futuro que voltou no tempo e encontrou seu ancestral que lhe mostrou o que é ser um verdadeiro cavaleiro. Até hoje Dragonlance foi o único cenário que pude ter uma experiência em RPG Medieval que a história foi mais importante de que as regras. E-mail dancss2005@gmail.com

Matheus Gonçalves disse...

Fala desconstrutores, tudo bem?

gostaria de parabeniza-los pelo ótimo programa, e falar que eu sent a falta de vocês falarem da primeira Dungeon; Zanzer’Dungeon; que vinha junto com o box básico do jogo.

apesar de hoje ser ultrapassado, na época, eu com meus 7 anos adorei...

Bruno Laze disse...

Olá! Ótimo tema, jogo RPG desde 1999, e praticamente apenas D&D. Sobre Mystara, faltou falar do Hollow World, que é uma ideia muito boa que aplicaram no cenário:
http://en.wikipedia.org/wiki/Hollow_World#Hollow_World

Kosmos Deimos disse...

Mandaram muito bem, ficou faltando falar do reinos de ferro. Eu particularmente já joguei no Greyhawk, Forghoten Healms, e agora estou jogando Tormenta. Mas o rpg que jogo a mais tempo é o vampiro a máscara, que é de longe o meu preferido

Lucas Marques de Camargos disse...

Olá desconstrutores! Sou o Lucas, participante do podcast de divulgação científica Dragões de Garagem e achei fantástico esse episódio! Já escuto vocês desde o primeiro, mas com a correria do dia a dia, não atualizei todos ainda.

Cara, falaram de Planescape e Ravenloft, já me ganharam aí! hehe! E confesso que fiquei mais interessado agora em outros cenários, como Dragonlance e Al-Qadim.

Joguei pouco o AD&D, pois quando pouco tempo depois que comecei a jogar, o D&D 3ª veio pro Brasil. Então meus primeiros cenários foram mesmo Greyhawk, Tormenta e Forgotten Realms (a deusa da magia se chama Mystra, não Mística como o Caquinho falou! hehe). Hoje em dia não curto tanto high fantasy, e raramente consigo tempo e amigos pra jogar também, mas ouvindo esse episódio me deu vontade.

Sobre esse lance de ficar com medo de criar histórias em cenários bem detalhados como Dragonlance: isso é uma parada que também me deixa um pouco cabreiro com sistemas que usam o setting de Senhor dos Anéis ou Star Wars. No caso do último, acabamos jogando na velha república, bem antes dos acontecimentos dos filmes, ou no intervalo do episódio 3 para o 4, por exemplo.

Mas eu sou um jogador de Storyteller, cenário mais engessado do mundo... o segredo é como o Andrés falou, criar uma campanha menor, com problemas menores para se resolver, que não envolvam os heróis do cenário (meio como os personagens de Filhos do Eden não influenciarem tanto os de A Batalha do Apocalipse ;)

Por fim, aqui vai meu e-mail se quiserem manter algum contato futuro: lmcamargosbio@gmail.com

Abraços!

Guga disse...

Salve Desconstrutores!

Achei sensacional o Desconstruindo #8, a pauta foi muito bem elaborada, não ficou cansativo demais mesmo aborando tantos temas e cenários!

Senti a falta de abordarem um pouco mais algumas histórias ou lendas do Gary Gygax sobre as primeiras caixas de D&D, mas também se o fizessem o programa seria infindável.

Fica a título de curiosidade pra quem conhece ou não a caixa "Tumba dos Horrores". Foi uma das primeiras aventuras a focar mais em armadilhas e enigmas do que em monstros e elaborada com o propósito de pegar os jogadores ditos "experientes". Como não existia a habilidade de detectar armadilha ou desarmá-las na época, os jogadores entravam na tal Tumba levando gado, varas de 10 metros de comprimento ou qualquer coisa pra evitar ativar os dispositivos mortais - o que funciona para efeitos de jogo, mas na realidade não vejo um Gandalf dizendo pra Compania do Anel arrumar uns bois pra escoltá-los em Moria...

Muito obrigado pelo podcast e pela bela abordagem do tema! Espero que ele volte a pauta em breve.

Se me permitirem participar do programa de vocês, podem enviar um email para usrebello @ gmail.com

Abraço!

Gustavo Rebello
Pesquisador, 29 anos, Chicago, IL EUA

Guga disse...

Salve Desconstrutores!

Achei sensacional o Desconstruindo #8, a pauta foi muito bem elaborada, não ficou cansativo demais mesmo aborando tantos temas e cenários!

Senti a falta de abordarem um pouco mais algumas histórias ou lendas do Gary Gygax sobre as primeiras caixas de D&D, mas também se o fizessem o programa seria infindável.

Fica a título de curiosidade pra quem conhece ou não a caixa "Tumba dos Horrores". Foi uma das primeiras aventuras a focar mais em armadilhas e enigmas do que em monstros e elaborada com o propósito de pegar os jogadores ditos "experientes". Como não existia a habilidade de detectar armadilha ou desarmá-las na época, os jogadores entravam na tal Tumba levando gado, varas de 10 metros de comprimento ou qualquer coisa pra evitar ativar os dispositivos mortais - o que funciona para efeitos de jogo, mas na realidade não vejo um Gandalf dizendo pra Compania do Anel arrumar uns bois pra escoltá-los em Moria...

Muito obrigado pelo podcast e pela bela abordagem do tema! Espero que ele volte a pauta em breve.

Se me permitirem participar do programa de vocês, podem enviar um email para usrebello @ gmail.com

Abraço!

Gustavo Rebello
Pesquisador, 29 anos, Chicago, IL EUA

Tiago César Oliveira disse...

Alguma chance de disponibilizar o arquivo em formato ZIP? Aqui no meu trabalho MP3 são bloqueados pelo proxy...

Se for possível, agradeço! Se não for, agradeço do mesmo jeito.

DanGaijin disse...

Atualmente jogo AD&D (2ª ed. mesmo!) semanalmente (presencial) um mesa em Mystara e jogo +2 campanhas online (skype/roll20), uma em Forgotten e outra em Planescape.

Sempre bom ouvir sobre RPG. Na minha opinião própria, Mystara é bem fraco em relação a profundidade, mas isso pode se transformar numa coisa boa, pois possibilita ao Mestre criar essa "profundidade". É um mundo cru, mas pra quem curte dar uma desenvolvida ele pode ser uma mão na roda, vide que a geografia e raças existentes já foram criadas.

Não tenho muita experiência com Forgotten Realms, mas caio na mesma situação dita pelo Leonel, acho um mundo que possua TUDO meio estranho, mas isso não me impede de jogar.

Tenho jogado a pouco tempo em Planescape. Pelo que presencio, dá pra fazer campanhas sim, e o mundo é muito bizarro, mas num bom sentido da palavra. É "pequeno", porém infinitamente abrangente.

Dragonlance tive o prazer de ler os romances, me apaixonei pelo cenário, e agora estou completamente pilhado a jogar.

E é isso! Parabéns pelo podcast, estou sempre no aguardo dos próximos episódios e sendo de RPG, melhor ainda! Grande abraço a todos os envolvidos!

Jovem Neto disse...

Aventureiros! Estudiosos da Arte! E membros das mais diversas raças que populam a Grande Roda!
Aqui quem fala é o Neto e eu sou um dos poucos megafãs de Greyhawk pelas terras tupiniquins, ou pelo menos assim parece, é difícil encontrar pessoas que curtam cenários antigos. Qual não é a minha alegria ao encontrar vocês, falando tão fervorosamente sobre os cenários que amam e sobre as boas horas gastas com eles. Sou jogador com alguns anos de experiência, mas mestre apenas a pouco mais de um ano. Atualmente mestro uma campanha de Greyhawk baseada no Adventure Path chamado Age of Worms, publicado na falecida versão impressa da clássica revista Dungeon Magazine, a qual disponibilizava regras e aventuras oficiais de D&D como ferramentas para ajudar os mestres do jogo.
Eu poderia falar aqui mais um pouco do meu cenário preferido, apontar várias caneladas ou fazer elogios. Porém opto por comentar sobre um artigo da Dragon Magazine, revista mais velha irmã da Dugeon, o qual reunia bem o tema deste último podcast. Trata-se do artigo The Wizards Three (sem apóstrofe mesmo), escrito por Ed Greenwood, o criador do Cenário de Campanha de Forgotten Realms. O texto relatava ocasionais visitas de Elminster, o Arquimago do Vale das Sombras, ao escritório de Greenwood aqui na Terra, como se o mago passasse informações e notícias sobre os Reinos para que o autor pudesse escrever os módulos de Forgotten.
No primeiro The Wizards Three, Elmister diz que chamou uma visita especial à Terra, e manda Ed se esconder dentro de uma armadura ao lado da lareira de seu escritório, momentos antes do grande Mordenkainen chegar de Oerth, o mundo de Greyhawk (get it? Oerth, Earth, Yarth...), e afirmar sua apreciação pela bebida produzida nesta esfera chamada de “refrigerante”. A partir daí Elminster sugere a Mordenkainen que convidem outro mago para se juntar a eles: Dalamar, o Negro, da esfera de Krynn, o mundo de Dragonlance, passa a se reunir ocasionalmente com os outros dois no escritório, formando um trio que representa as forças do Bem, do Mal e da Neutralidade.
Ao longo dos artigos, que apareciam na revista sem uma frequência fixa, Greenwood descreve os encontros dos magos e os assuntos discutidos com notícias do que anda acontecendo em seus respectivos mundos. A medida que eles trocam feitiços raros entre si, o autor publicava novas magias, itens mágicos e monstros relacionados ao que eles relatavam.
Outros magos como a Simbul e Rautheene também apareceram por ali e aqui vocês podem ver algumas das ilustrações que eram publicadas nos artigos: http://www.canonfire.com/wiki/index.php?title=Wizards_three No mesmo link irão encontrar uma lista das Dragon que The Wizards Three aparecem e, quem quiser ler, é bem fácil baixar qualquer uma delas.
Espero ter feito uma boa contribuição para o assunto com este que é meu artigo favorito da revista. Por favor, se puderem, me chamem para o podcast, meu e-mail é neto-oak@hotmail.com e meu Skype é NetoD20. Sempre quis conversar sobre D&D, minha grande nerdice, principalmente Greyhawk.

deivid pacheco disse...

Eu nunca consegui jogar RPG.
Desde que abdiquei da viagem com a turma do colégio para comprar a caixa do Dragon Quest eu só consigo ser o Mestre.

Talvez por que eu goste de criar brincadeiras e jogos desde pequeno, acabei fascinado em criar meus próprios universos. Justamente por isso que nunca usei nenhum dos mundos pré-existentes, por mais que conheça a maioria, mesmo que por alto.

Sempre me senti mais à vontade em ter controle sobre todos os cenários, NPCs e eventos. Entre os mundos que criei, o que mais me recordo é O Estreito, em que vários Reinos fogem de uma Escuridão que estava vagarosamente consumindo o mundo. Rumando para o Sul, encontraram o estreito, que precisou de alianças, traições e batalhas para ser conquistado.

O legal é que os jogadores começavam já no êxodo, alternando cenas em que jogavam com seus filhos pequenos. A história foi tão intensa que os players chegaram a jogar com a 3ª geração de seus personagens, que eram eternizados na lembrança de todos.

Enfim, é sempre bom um podcast de RPG, e ainda mais com pessoal velha guarda como vocês que, como eu, teve a adolescência tomada por esse jogo tão criativo.

Abraços!

Deivid

Jefferson Fernando disse...

Ola Eduardo, meu nome é Jefferson, tenho 17 anos, sou de Santa Rita do Passa Quatro e pretendo estudar Televisão esse ano.
Primeiro de tudo queria parabenizá-lo pelo Filosofia Nerd, e pelo ultimo Desconstruindo sobre Mundos e campanhas. Realmente como um jogador que joga a penas pouco mais de 2 anos, foi uma hora e quarenta de pura vontade de jogar.
Isso me lembra que, quando descobri o mundo do RPG, pra mim foi mais difícil começar a jogar, por morar em uma cidade do interior e poucas pessoas conhecerem. Claro que com amigos nerds eu sempre conseguia jogar Vampire, que por aqui é bem mais conhecido, mas como todo bom jovem jogador eu queria mais. E como todo gordo de socializa fácil, eu tentei iniciar meus amigos não nerds na arte do RPG, o que não seria fácil, mas logo vi que havia descoberto a formula secreta. Convencê-los a jogar já falando sobre Camarilas, Sabas, Elfos, Anões ou Dragões seria algo difícil e talvez elevado pra quem não esteja acostumado. Então criei uma campanha e sistema de RPG com os Heróis da Marvel. Onde os jogadores criavam um novo herói. Afinal, embora eles não conheçam elfos, certamente conheceriam o Homem Aranha. A ideia funcionou, eles se interessaram e começaram a jogar. E como eu queria instigar neles a vontade de jogar D&D no futuro, fiz com que a aventura viajasse para uma era medieval, bem próxima do mundo de Tokien. Onde eles deveriam descobrir o que havia acontecido, e tentar reverter tudo. Mas ao mesmo tempo, eles teriam que passar pelos heróis do universo, que também foram pra quela época, mas sem nenhuma memória, realmente achando que faziam parte de tudo aquilo. Como um Arqueiro Verde vivendo próximos ao elfos, por sua habilidade com arco, ou um Hulk soberano sobre os Trolls, e até mesmo um Deadpool Pirata. Funcionou perfeitamente e eles começaram a ter interesse em saber mais sobre Elfos, Anões, Trolls, e até em assistir todos os filmes do Senhor dos Anéis e O Hobbit. E foi assim, que o RPG começou a gerar nos nerds rs.

Novamente parabéns pelo blog, e pode evoluir e crescer muito ainda, e acredito nisso. Meu email é jeffersonfeernando@gmail.com e se quiserem seguir a ideia do Feedback e convidar alguém que enviou email pra participar da leitura do Feed, tamo ai pra isso xD
Abração

Jonatha Hirt disse...

Bom, eu adorei o Cast sobre D&D, eu jogo faz menos tempo, mas eu adoro o 3 edição, e o 3.5, já adaptei muita coisa de vários cenários, eu sempre utilizo referências de todos.

Apenas uma questão, eu acharia mais interessantes vocês falarem também de algum cenário moderno. Como um criado por Brasileiros que saiu na Dragão Brasil, o AÇÃO.

Mas foi excelente

e-mail para contato: jonhirt@gmail.com

Kairo Abade disse...

Kairo Abade

28 anos

comerciante

São Paulo - SP

Amigos, terminei de escutar o podcasts. parabéns! Serve tanto como um guia como uma homenagem a esse jogo que tanto me fez (e faz) bem! Gostei muito da forma com que abordaram os cenários, de forma rapida, informativa.

Mas vou deixar um pedido. o que acham de um cast sobre cenários mais novos? Além do WoD, com seus vampiros, lobisomens, fantasmas e magos, tem também cenários como World of Warcracft (não conheço muito, mas escuto bastante), Ptolus,Trevas, Shadowrun, Cyberpunk 2020 e claro, REINOS DE FERRO!

Um grande abraço!

Não demorem muito com o proximo cast!

Márcio Borges disse...

Sou Márcio de 44 anos e estou aqui no computador enquanto escuto vozes na cozinha, é meu filho e seus amigos jogando RPG rindo muito e se divertindo, como é bom saber que ele aprecia cultura, bons livros e muitas outras coisas que vc fala aqui no site, saiba que vc faz parte importante disso tendo influenciado positivamente nas escolhas de meu filho parabéns Eduardo e agradeço.

mallien disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
mallien disse...

Muito bom podcast, relembrei um dos melhores anos da minha vida rpgística, como esses livros de AD&D eram todos importados eu e meus amigos compramos cada um dos universos, logo tinhamos as caixas: Forgotten Realms (que era a minha), Ravenloft, Dark Sun, Al Quadim, Greyhawk, Dragon Lance, PlaneScape, DragonLance Fifth Age e acredito que SpellJamer.

Tempos atrás recomendei para o Eduardo pelo Facebook o livro D&D - 30 Years of Adventure - A Celebration Of Dungeons and Dragons que é encontrado facilmente na Amazon e tem depoimentos das equipes que desenvolveram os universos bem. Presente perfeito para os Nostálgicos.

Concordo plenamento com o Carlos Voltor, para mim Forgotten Realms sempre foi a verdadeira colcha de Retalhos da TSR , você tinha desertos, área geladas, oriente onde se encaixaria Dark Sun, a Ilha dos Dinossauros que era a Jungle of Chult entre outros elementos.
As novelas era um show a parte a qual recomendo a leitura da Trilogia Avatar, que mostra a história de quando os Deuses caminharam na terra como avatares e ascensão e morte entre os deuses. Fora que conta a origem das áreas de magia selvagem que eu achava sensacional. Outra coisa fantástica que existia no universo de FR era a série de livros Volo's Guide que era GENIAL.

Uma curiosidade que não sei se sabem foi lançado o Boardgame em financiamento Coletivo de Um Estudo em Esmeralda, quem tem disse que é muito bacana.

Uma Canelada o nome da Deusa da Magia em Forgotten Realms é Mystra e não Mistica.

No mais um forte abraço para todos, Edu invejo sua coleção de D&D (ehehehe) e excelente podcast, e acho que Forgotten merece um Descontruindo so dele.

Bruno Marques disse...

Po dudu e thiago, nunca fui de jogar muito rpg de mesa (acho que joguei duas vezes no máximo), muito por meus amigos não jogarem, mas onde eu mais me aproximei sobre o tema foi no livro-jogo (cidadela do caos, floresta da destruição e etc), mesmo sendo diferente a jogatina me lembrou muito dos meus momentos nesses jogos, e eu agradeço a vocês de coração por ter trazido esse sentimento de volta a mim. Não vou deixar email, pois realmente não tenho muito conhecimento sobre o assunto, mas de qual quer forma ótimo podcast e espero um desconstruindo que eu possa participar com algum conhecimento, fiquem bem pessoal!

Valerio Quadras disse...

Oi Eduardo, como sempre o programa foi excelente. Com certeza RPG é um tema unanime.
Bem a maior campanha que já fiz, foi desenvolver um aventura de Masque of the Red Death com base Nas Montanhas da Loucura do Lovecraft. Os personagens foram bem distintos, desde um rico excêntrico que financiou a expedição a Antártida, detetive que recebia espíritos, um feiticeiro e um rabino que tinha um golem. O plot twist da campanha foi que o rabino não aguentou "aprisionar" um grande número de espíritos dentro do golem, e ele foi o portal para os Elder Things chegarem a terra. Eduardo você não foi o único a ver espíritos jogando, em uma das sessões a gente foi jogar na casa de um amigo, e a avó dele que estava lá era espirita ou algo assim e ( o clima ficou bem estranho - segundo o que ele falou onde a gente estava jogando a avó fazia sessões de "mesa branca")
Criei também algumas campanhas de Dragonlance, mas não desenvolvemos elas por muito tempo pelo fato de focarmos mais nos livros. O auge foi uma aventura em que os dragões negros de Takhisis invadem um fortaleza dos anões(todos os jogadores eram anões), e eles se sacrificaram selando a fortaleza.
Agora estamos jogando uma campanha de Forgotten Realms, em que o feiticeiro usurpou o trono. E os jogadores que seriam grandes generais deste reinado, são obrigados a fugir e formar novas alianças. Mas está tendo um desfecho bem diferente, pois um dos jogadores se aliou ao novo rei e está caçando os jogadores.
Para finalizar gostaria de novamente dizer que o programa está ótimo, e não indicarei um tema pois gostei do desconstruindo sobre o Woody Allen, foi imprevisível e interessante.
Um abraço!
e-mail: quadras3011@gmail.com

Brandel Filho disse...

Muito bom!

Joguei Tormenta durante anos, desde a primeira edição, e foi a terceira campanha mais longa que tivemos. Outro cenário que joguei muito tempo foi AD&D, graças ao famoso kit "First Quest", que saiu no Brasil com CDs de audiodrama. Saudades disso!

Parabéns pelo programa.

E-mail para contato: brandelfilho@gmail.com

Ana Carolina Aguiar disse...

Mais um Desconstruindo excelente! Parabéns pelo trabalho incrível! Mal posso esperar pelo próximo...


P.s. Gostaria também de agradecer ao Eduardo por ter lembrado do bolo no feedback ... rs

Ana Carolina Aguiar disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Carolina Aguiar disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Unknown disse...

Muito foda !!

Gabriel Meira disse...

Olá, senhores desconstrutores!

Em primeiro lugar, parabéns pelo cast. Este foi o primeiro que tive a oportunidade de escutar. Após ouvi-lo, tratei de fazer o download dos demais. Conheci o blog/cast através de um post no site da Jambô editora, referente ao dia do podcast.

Achei muito informativo o episódio e isso vai servir de apoio para minhas campanhas de RPG. Em minha mesa, jogamos Tormenta D20, porém numa versão bastante diferente do convencional. Procuramos, sempre que possível, adaptar muitas ideias para o nosso jogo. Depois desse cast, já tenho ideia de mundos de campanhas que mais se encaixam na nossa proposta: Ravenloft e Birthright. Estou à procura de materiais sobre tais temas.

Mais uma vez parabéns pelo episódio!

Gabriel

Caio André disse...

Mais um excelente podcast!
Esse podcast é excelente pra quem busca aventurar-se a construir mundos de campanha ou mesmo para a literatura, é ótimo enxergar as impressões dos grandes cenários feitos para o D&D e em consequência perceber o que parece ser indispensável para um cenário ter carisma.
No fim cheguei a conclusão que o diferencial do cenário é o que vai conseguir fazer ele agradar o público. Talvez seja por isso que Mystara não agradou tanto, já que ele não possui um grande diferencial.